Resumo dos Artigos
Ano I - n. 1 - julho / setembro, 2008
O Brasil e os desafios da competitividade internacional

      O autor explora dois valores associados ao comportamento político necessário para extrair, de fato, os benefícios do grande potencial de crescimento da economia brasileira: no plano doméstico, a coragem para reorientar a ação tradicionalmente viciosa das instituições e dos agentes econômicos; e, no plano externo, o pragmatismo necessário para desenvolver estratégias adequadas aos padrões e tendências internacionais. O ensaio mostra que os países que se revelaram casos de sucesso econômico desde a II Guerra Mundial foram aqueles que conseguiram, de uma maneira ou de outra, combinar suas práticas e instituições domésticas com padrões, oportunidades e forças em ação na esfera internacional.
       
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O fio e a trama: atualidade dos clássicos

      Os autores dão notícia do convênio firmado entre a Editora brasileira Topbooks e a fundação norte-americana Liberty Fund destinado a divulgar no país os textos constantes da famosa Coleção, mantida por esta última, que se denomina Liberty Classics. Compreende ao todo 20 títulos dos quais 14 já editados. Destacam a importância da iniciativa, respondendo à pergunta “Porque ler os clássicos” e comentam o conteúdo das obras já disponíveis.
       
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Oportunidade única para a reforma tributária

      Tanto na economia como na política, existe um momento adequado para a tomada de determinadas decisões e para a implementação de certas medidas. Não aproveitar o momento oportuno pode significar a inviabilização de ações de grande importância. O artigo focaliza o conjunto de fatores que tornam propício o momento atual para a implementação de uma verdadeira reforma tributária, bem como aponta o caráter oportuno da mesma, com base na visão teórica de Artur Laffer.
       
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Tema em debate

      O debate, aberto pelo deputado José Carlos Aleluia, presidente da Fundação Liberdade e Cidadania, está dedicado à reforma política. Balanceia a sua tramitação, ao longo de quatro Legislaturas, e defende a retomada da iniciativa parlamentar a partir do ponto a que se chegou: adoção da lista pré-ordenada. Ainda que haja sido derrotada, corresponde à condição para a introdução do financiamento público das campanhas, preferência de numeroso grupo de parlamentares. Aponta as dificuldades na adoção do sistema distrital e a singularidade do modelo alemão (sistema eleitoral misto).
       
       No debate intervêm os cientistas políticos Antonio Octávio Cintra e Miriam Campelo de Melo Amorim, sistematizando os argumentos a favor e contra a lista preordenada e o financiamento público. Quanto ao primeiro aspecto sua conclusão é a seguinte: “se são necessários partidos mais sólidos, que dêem visibilidade ao jogo político, então as listas preordenadas são recomendáveis.” No que respeita ao segundo, embora não haja consenso quanto às suas vantagens, requereria a introdução da lista preordenada, como tem sido enfatizado.
       
       Leia na íntegra:
Manter erguida a bandeira das correções no sistema eleitoral
Listas preordenadas e financiamento público: prós e contras



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