Noticiário
Ano III - n. 12 - abril / junho, 2011

 
Milésima Edição do Suplemento Cultural Babélia

       Completou dois decênios de existência o suplemento cultural BABÉLIA, do jornal espanhol El País, que se tornou referência não só entre os europeus. Na América, seu sucesso não se limita aos países de língua espanhola encontrando merecida receptividade em muitas capitais e cidades brasileiras.
       Sendo semanal (circula com o jornal de sábado) alcançou a milésima edição a 22 de janeiro último.
       Grande parte de BABÉLIA é ocupada com a resenha de livros. Segue, nesse particular, o modelo consagrado que consiste em informar sobre o autor e o conteúdo do livro, isto é, a ênfase não recai na opinião de quem a assina. Autores ou correntes literárias são objeto de artigos especiais de abertura.
       Afora livros, BABÉLIA ocupa-se de arquitetura, artes plásticas, teatro e música. O critério é o mesmo das resenhas.
       No artigo de abertura do número mil, em que comenta, como diz, “os vinte anos de informação cultural em BABÉLIA, com o objetivo de tomar o pulso da criação e do pensamento”, parte-se da tese de que do evento podem ser “deduzidas várias considerações gerais e evidentes”. Destaca, sobretudo, seu caráter multidisciplinar (“literatura, música, arte, fotografia, arquitetura, desenho, moda, teatro, cinema e pensamento”) E, prossegue: “Remetem, na maioria dos casos, a individualidades, a nomes próprios que, por uma ou outra razão encontram-se na crista da onda neste momento. Naturalmente, também há homenagens a uma vida ou a uma obra à margem de sua atualidade imediata.”
       Insiste-se em que o critério de análise é flexível, embora a publicação não se sinta obrigada a sempre acompanhar as modas e êxitos do mercado. Reconhece-se que, em face da quantidade de publicações e eventos a comentar, exigente de uma seleção radical, admite-se que seja discutível e com freqüência injusta. É “provável que se tenha deixado de comentar livros, exposições, discos, edifícios e películas que não mereceriam silêncio.” Mas, deve-se reconhecer que a publicação tem se empenhado em evitar sectarismo e arbitrariedade. E, também, em resistir às pressões do marketing. Não se pode desconhecer que “a galáxia Gutemberg entrou plenamente no território do livre mercado e suas implacáveis leis, a ponto de identificar o mais vendido com o melhor.”
       Em síntese: “êxitos e erros, intuições erradas e torpezas, de tudo um pouco, mas com ânsia de ser honestos, flexíveis, rigorosos e verazes”.
       

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