Noticiário
Ano III - n. 9 - julho / setembro, 2010

 
Editoras Brasileiras Apostam no E-Book

       Confiantes em que no país irá formar-se mercado para os livros digitais, as maiores editoras brasileiras criaram conjuntamente uma empresa que irá dedicar-se à sua distribuição . O alvo visado corresponde às livrarias e, eventualmente, outras modalidades existentes de comercialização de livros, isto é, não se propõe atender ao consumidor final.
       
       Segundo foi divulgado, o modelo operacional adotado será o da estocagem das obras que venham a ser produzidas para leitura eletrônica. A estocagem em apreço, como não poderia deixar de ser, terá que ser virtual. No linguajar especializado, a transferência para a rede que irá atender ao público será efetivada para arquivo que se denomina plataforma. O comprador terá acesso, diretamente do seu e-book (espécie de computador destinado a receber os textos correspondentes, que tem forma apropriada à leitura) à mencionada plataforma. Para tanto receberá uma senha. Naturalmente, o interessado terá a possibilidade de visualizar o livro.
       
       Aparentemente, a adaptação das livrarias não vai ser muito simples, tanto no caso das comuns como dos sites existentes para venda pela INTERNET. Neste caso, embora a aquisição se processe pelo computador, trata-se de livro impresso.
       
       Ainda segundo a mesma fonte, a nova distribuidora disporá inicialmente de 500 livros digitais, o que se supõe venha a ocorrer ainda no segundo semestre de 2010. No próximo ano, a meta consiste em incorporar 300 novos títulos a cada mês.
       A expectativa é de que, do novo expediente possa resultar a redução do preço do livro em até 30%.
       
       Os estudos de mercado, de que se louvaram os patrocinadores da iniciativa, indicam que até o fim do próximo ano, no país, terão sendo vendidos 150 mil e-readers. Tais seriam os usuários potenciais da nova rede de comercialização eletrônica.
       
       A experimentação do modelo indicado já teve início na Espanha e na Itália, devendo o mesmo ocorrer na França. Ao que tudo indica, para tentar reduzir a possibilidade de pirataria, teria que, de alguma forma, limitar-se a venda indiscriminada de e-books.
       Os mais confiantes acreditam que as dificuldades iniciais acabarão sendo superadas, a exemplo do que se deu com o aparecimento do computador pessoal.
       

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