14/04/2019

Bruno Kazuhiro representa a JDEM em evento no Marrocos que debateu o desenvolvimento econômico e a integração da África


O presidente nacional da Juventude Democratas, Bruno Kazuhiro, representou o Brasil, o Democratas e o Instituto Liberdade e Cidadania no evento da Juventude da União Democrata Internacional, ala jovem da IDU, no Marrocos, na África, entre os dias 10 e 13 de abril. Participaram do evento jovens de diferentes países do mundo para debater o desenvolvimento e momento econômico atual do Marrocos, assim como a integração africana.

É a primeira vez que a juventude da IDU é presidida por um africano, Majid Fassi Fihri. A Juventude Democratas participa da Juventude da IDU desde 2012 e atualmente tem assento na instituição com o tesoureiro com Bruno Kazuhiro. Durante o evento, diversos temas foram debatidos como desenvolvimento econômico do Marrocos, as relações exteriores entre o país, a África, a Europa e o resto do mundo e o pesado investimento do Marrocos em energias renováveis. Hoje cerca de 600 milhões de Africanos não têm eletricidade e a descentralização da geração de energia é considerada inevitável. A grande discussão é a mudança do combustível fóssil para o baixo carbono. A biomassa é uma alternativa dominante atualmente com relação às energias renováveis.

A temática da migração na África assume contornos distintos dos verificados em outros continentes. Diferente da Europa, 80% da migração africana ocorrem entre os próprios países africanos. As migrações pelas mudanças climáticas são cada vez mais comuns. A desertificação por exemplo causa muitas migrações e o Mediterrâneo vê hoje muitas imigrações do norte da África para a Europa, especialmente saindo da Líbia.

O Marrocos já teve muita gente se dirigindo à França, mas atualmente recebe pessoas de outros países africanos.  A segurança contra a migração clandestina feita com más intenções, como tráfico de pessoas, a defesa dos direitos humanos são pontos centrais na discussão do tema.  A luta contra o extremismo e a cooperação com o mundo árabe e africano para o crescimento econômico e institucional são outros temas de debate no país e fizeram parte dos fóruns de discussão deste evento.

Universidade de Rabat – O grupo fez uma visita à Universidade Internacional de Rabat, onde 30% dos alunos da Universidade Internacional de Rabat possuem bolsas de estudo sociais ou de mérito acadêmico. A instituição é uma sociedade de economia mista com o governo marroquino como maior acionista. Isso permite que os salários pagos estejam no nível do mercado internacional e hoje a universidade reúne professores de origem marroquina que foram lecionar em grandes universidades do mundo e agora retornam para trabalhar em seu país. O foco é se tornar uma universidade de referência para africanos de diferentes países e gerar intercâmbios com a Europa e os Estados Unidos.

 

 

 

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